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SigAPÉ - Autocarro Humano


Na sequência da iniciativa da APSI “Ruas do Bairro, Amigas da Criança”, desenvolvida no âmbito do programa BIP/ZIP 2015, e baseada na experiência daí decorrente, a APSI implementa agora o SigAPÉ - um projeto criado no âmbito da mobilidade segura e suave que pretende implementar um "autocarro humano", com caráter regular, em algumas escolas da Freguesia da Penha de França, Santa Maria Maior, S. Vicente e Arroios.

Hoje sabe-se que existem inúmeros obstáculos à livre deslocação das crianças no espaço público. Para além das barreiras físicas criadas pela velocidade excessiva dos veículos, passeios estreitos e em mau estado e o estacionamento abusivo, a envolvente rodoviária e os trajetos casa-escola são percecionados pela comunidade escolar como inseguros e pouco adaptados à utilização de modos de deslocação mais suaves e saudáveis - como andar a pé ou de bicicleta.

Com a implementação do SigAPÉ – Autocarro Humano pretende-se analisar e repensar o espaço público e a sua utilização à volta da escola e nos trajetos casa-escola, na perspetiva de aumentar a mobilidade e acessibilidade das crianças assim como promover modos de deslocação mais saudáveis.

Este projeto, que promove o andar a pé nos trajetos para a escola, está a ser promovido pela APSI até 2019, num consórcio de parceiros como a ACA-M, Coletivo Zebra, Agrupamento de Escolas Nuno Gonçalves, A Voz do Operário e a Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Gil Vicente. É realizado com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa através do Programa BIP/ZIP 2017.


DESENVOLVIMENTO DO PROJETO E ATIVIDADES

O projeto tem como ponto de partida a identificação dos principais obstáculos à mobilidade autónoma e segura das crianças e suas famílias, com o objetivo de aumentar e melhorar a sua pedonalidade no espaço público, e inclui ações de intervenção na comunidade em contextos específicos (como por exemplo no Alto da Eira), com vista à sua sensibilização para a necessidade da adoção de comportamentos em ambiente rodoviário mais respeitadores dos direitos dos peões, particularmente dos mais vulneráveis, como as crianças.

Para isso, o projeto inclui três atividades específicas:

1. Estudo sobre os padrões de mobilidade e o índice de pedonalidade das crianças e famílias

         


O objetivo desta primeira atividade é a caracterização da mobilidade e acessibilidade das crianças e famílias, a avaliação do índice de pedonalidade das crianças e o levantamento das suas perceções, expetativas, dificuldades e necessidades nas deslocações para a escola. A metodologia do estudo baseia-se em diferentes instrumentos de recolha de informação junto da população de cada escola, nomeadamente, crianças, famílias e professores. Este estudo inclui uma observação e avaliação do espaço rodoviário à volta da escola a realizar pelas crianças, a par da medição da velocidade na zona envolvente, considerando os percursos mais utilizados pelas famílias para as suas deslocações para a escola.

2. Criação e implementação de um “autocarro humano”

         


Esta atividade pretende promover o “andar a pé” nos trajetos habituais das famílias. Consiste na deslocação das crianças para a escola num percurso feito a pé, com um horário definido e acompanhados por 1 ou 2 adultos. O objetivo é fomentar modos de deslocação sustentáveis e favorecer a socialização entre as famílias do bairro.

O Jogo da Mobilidade “Serpente Papa Léguas” da responsabilidade da A-CAM, parceira deste projeto, marca o início desta atividade, servindo simultaneamente de diagnóstico inicial sobre os modos de deslocação que a comunidade escolar utiliza predominantemente, e de motor para a adesão ao “autocarro humano”. Este jogo promove a utilização de um meio de transporte diferente do habitual (ex: andar a pé ou de bicicleta) nas deslocações para a escola, durante uma ou duas semanas. O objetivo é que as crianças e famílias experienciem as vantagens de utilizar modos de deslocação ativos e saudáveis nos seus trajetos habituais.

O Jogo será aplicado novamente no final do projeto e durante a fase de sustentabilidade para, por um lado, avaliar se existem alterações nos padrões de mobilidade das crianças e famílias e, por outro, para incentivar, de forma contínua, os modos de mobilidade mais suaves e a participação no “autocarro humano”.

3. Ação de rua (campanha de sensibilização)

         

 

Esta atividade pretende sensibilizar a população condutora para o impacto da velocidade dos veículos na envolvente da escola e para o estacionamento anárquico e abusivo – em cima dos passeios, passadeiras, etc – que criam obstáculos à livre mobilidade das crianças e famílias e aumentam o risco de atropelamento.

As crianças são os “atores” desta ação de sensibilização através da distribuição de mensagens e avisos aos condutores que vivem e circulam no seu bairro.

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Devolver as ruas às crianças é o principal objetivo da implementação deste projeto, que está a decorrer em 5 escolas de Lisboa.

Para além dos ganhos individuais em saúde e a aquisição de conhecimentos sobre segurança e mobilidade, contribui-se para um bairro com menos poluição e um espaço público mais agradável e mais acessível a todos. Promove-se ainda o encontro entre as pessoas da comunidade educativa e o reforço das relações de vizinhança, a par da promoção da inclusão de outros utilizadores vulneráveis, como os idosos.

 

O Autocarro Humano vai arrancar! As inscrições já estão abertas. Saiba mais…

 

CADERNO DE PROPOSTAS

 

 

 

Acompanhe todos os desenvolvimentos na página de Facebook do projeto!

 

 

 

 

 

 

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