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Destaques

Últimas inscrições! Prevenção dos Acidentes no 1º Ano de Vida

11, 12 e 13 de Novembro de 2010, Lisboa                                               
4º Congresso de Espaços de Jogo e Recreio Novidade!
Novas Normas, Boas-praticas e Oportunidades para todos                   

A APSI vai organizar o 4º Congresso de Espaços de Jogo e Recreio “Novas Normas, Boas Práticas e Oportunidades para Todos”, a 11, 12 e 13 de Novembro de 2010, em Lisboa.

Neste congresso, pretende-se avaliar o impacto das alterações à lei, introduzidas em 2009, e das novas normas europeias, na oferta de espaços inclusivos e de oportunidades para que todas as crianças possam brincar em segurança, de forma estimulante.

Saiba mais aqui!

SRN da Ordem Arquitectos promove formação da APSI
Novas datas: 12 e 13 de Fevereiro!

A Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos vai promover dois cursos de formação com a APSI nos próximos dias: 

12 de Março - Seminário Arquitectura,Construção e Segurança Infantil, Porto.
13 de Março - Workshop Espaços de Jogo e Recreio – Novas Normas, Porto

Se é arquitecto, não perca esta oportunidade e inscreva-se já!

Local da Formação
CIDADE DAS PROFISSÕES: Rua das Flores, nº 152-158, 4050-263 Porto
Metro - Linha D - São Bento - Comboio - Porto - São Bento

Programa Seminário Arquitectura, Construção e Segurança Infantil 
Programa Workshop Espaços de Jogo e Recreio

Parques Infantis encerrados
Nova Lei já começou a prejudicar as Crianças!
06-11-2009  Subscreva já esta carta enquanto instituição ou a título pessoal

O encerramento dos 80 parques infantis do Município de Oeiras vem confirmar os receios que estiveram na origem do pedido da APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, de suspensão e revisão da nova lei dos EJR publicada a 19 de Maio.

A decisão sobre o encerramento dos espaços como forma de evitar despesas decorrentes das multas vem prejudicar em primeiro lugar as crianças. A redução das oportunidades para brincar em meio urbano sem fundamento em riscos de acidentes graves para as crianças, pode levar a que procurem espaços menos preparados e mais perigosos, pois brincar é uma necessidade vital.


A regulamentação dos EJR é uma matéria de extrema importância para a qualidade de vida das crianças sobretudo em meio urbano, pelo que requer a atenção e o cuidado que estas merecem.

A APSI já obteve uma primeira resposta à carta, enviada pelo chefe do gabinete do Senhor Primeiro-Ministro, que informa que o assunto foi remetido ao senhor Ministro da Economia e Inovação, a quem foi solicitada a análise da matéria.

Nova Lei já começou a prejudicar as crianças - Comunicado de Imprensa (06 Novembro, 2009)
Porque é que a APSI pede a suspensão da Nova Lei? - Perguntas e Respostas

Carta Aberta ao Primeiro-Ministro

Subscritores da Carta - Já são mais de 100 subscrições
Se concorda com o conteúdo desta carta e quer subscrevê-la, envie um email para apsi@apsi.org.pt com o texto "Subscrevo a carta ao Primeiro-Ministro" e indicando os dados que devem constar na lista (Nome da Instituição/empresa/entidade ou nome de pessoa individual e profissão), bem como o email e telefone. A APSI vai actualizar a lista de subscritores diariamente.

Pós-graduação em Segurança Infantil
APSI é formadora deste curso
22-09-2009 

Os acidentes continuam a ser a primeira causa de morte e lesões nas crianças e adolescentes em Portugal. Neste contexto, a Universidade Fernando Pessoa, em parceria com a SGS, promove uma pós-graduação em Segurança Infantil, com o objectivo de responder a uma necessidade premente de formação especializada nesta área.

A pós-graduação, da qual a APSI é formadora, estrutura-se em duas áreas complementares: A Criança e o seu desenvolvimento e a Criança e o espaço exterior. Dos conteúdos, fazem parte temas como a segurança em edifícios e recintos/espaços de turismo e lazer, segurança na escola, segurança rodoviária, segurança de produtos e serviços, entre outros.

O público-alvo desta pós-graduação é multidisciplinar: quadros de IPSS`s, licenciados em Ciências Sociais e Humanas, delegados de Saúde, técnicos Autárquicos, técnicos de Higiene e Segurança, quadros de Seguradoras, directores de Colégios, encarregados de Educação, Associações de Pais e Gabinetes de Engenharia e Arquitectura, entre outros.
 

Formação em primeiros socorros para todos!
A actuação imediata pode fazer a diferença entre a vida e a morte
16-09-2009
 

Recentemente, a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho veio reforçar a importância da formação ou educação em primeiros socorros ser obrigatória para todos, a propósito da publicação do relatório “Primeiros Socorros: Por uma Europa mais Segura”, no passado dia 9 de Setembro.

Desde 2003 que a APSI defende que a formação em primeiros socorros deve ser incluída nos currículos escolares obrigatórios, a partir do 3º ciclo do ensino básico. A actuação imediata, enquanto o socorro avançado não chega, pode fazer a diferença entre a vida e a morte e ter um impacto significativo na redução das sequelas de um acidente. É pois um conhecimento que qualquer pessoa deve ter e que deve fazer parte da sua formação base enquanto cidadão.

Saiba mais aqui! 
 

150 Crianças morreram afogadas desde 2002 28/05/2009                                                                                  Relatório de Afogamentos 2007-2008   

 

 

Em Portugal, nos últimos 7 anos, estima-se que cerca de 150 crianças e adolescentes até aos 18 anos morreram por afogamento. O número de mortes por ano tem-se mantido relativamente estável desde 2005, altura em se verificou um decréscimo acentuado no número de casos fatais (a média de mortes/ano entre 2002 e 2004 foi de 27, enquanto que a média estimada entre 2005 e 2008 é de 17).

O afogamento continua a ser a 2ª causa de morte acidental nas crianças, ultrapassada apenas pelas mortes em acidentes rodoviários.

Desde 2003, altura em que a APSI realizou pela primeira vez a Campanha de Segurança na Água “A Morte por Afogamento é rápida e silenciosa”, que a situação começou a alterar-se. Não só existe uma maior consciência do problema e do impacto dos afogamentos nas crianças, como também se verificou a redução da taxa de mortalidade por afogamento.
No entanto, Portugal ainda tem que fazer mais. Se o País assumir rapidamente algumas das medidas propostas neste relatório o panorama poderá mudar drasticamente.
Está nas mãos do País. Está nas mãos de todos nós.

Saiba mais aqui

Relatório de Afogamentos 2007-2008 NOVO

O nível de Segurança Infantil em Portugal aumentou!
06/05/2009                                                                                             

 

 

O Alto Comissariado da Saúde, a Direcção-Geral da Saúde e a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) apresentaram, no dia 6 de Maio de 2009, a Estratégia para a Prevenção dos Acidentes em Portugal.

Foi apresentado o
Perfil e o Relatório de Avaliação da Segurança Infantil em Portugal 2009.


Em 2003, Portugal conseguiu poupar 29 mil anos de vida potencial perdida
O perfil de Portugal, revela que em 2003, as mortes de crianças resultantes de lesões e traumatismos representavam mais de 20.000 anos de vida potencial perdida em mortes prematuras e evitáveis. Relativamente a 2001 (49.000 anos de vida potencial perdidos), Portugal reduziu este número para menos de metade.

Saiba mais aqui



Portugal em 1º na redução da Mortalidade Infantil
APSI em Bruxelas
09/02/2009

Portugal conseguiu a melhor média anual de redução na mortalidade infantil por acidentes rodoviários. Portugal baixou em 15% o número de vítimas dos 0 aos 14 anos na estrada, entre 1998 e 2007. A Segurança Rodoviária Infantil melhorou consideravelmente em todos os 30 países abrangidos pelo PIN  (Road Safety Performance Índex) durante a década passada.  França, Eslovénia, Suíça, Irlanda e Bélgica também registaram reduções de 10%.

Ao longo dos últimos 10 anos, cerca de 18.500 crianças foram mortas em acidentes rodoviários na UE-27, cerca de 1.200 deles em 2007. Pelo menos metade dessas mortes, 600, poderiam ter sido evitadas, se o nível de segurança rodoviária infantil fosse o mesmo em toda a Europa, como na Suécia. Os dados foram apresentados esta segunda-feira em Bruxelas e resultam dos últimos estudos da European Transport Safety Council (ETSC) sobre a segurança rodoviária infantil. A APSI foi convidada para participar na apresentação dos resultados
em  Bruxelas, com a intervenção
da presidente, Sandra
Nascimento.

European Transport Safety Council (ETSC)
Press Release - EU countries ranked on child road safety

APSI congratula-se com proposta do Governo de redução do IVA das cadeirinhas para 5%
Medida traz ganhos em saúde
20/10/2008


A APSI saúda a medida do Governo de redução do IVA dos sistemas de retenção para crianças, prevista na proposta de Orçamento de Estado para 2009. Esta proposta terá ganhos inegáveis ao nível social e económico.

A nova realidade terá impacto nos orçamentos familiares e irá desencorajar o uso de sistemas antiquados ou em segunda mão, promovendo assim mais segurança através do uso de cadeirinhas adequadas a cada caso e de melhor qualidade.

Ao investir na promoção da utilização de cadeirinhas, o Governo está a contribuir para a redução da mortalidade nas crianças e a reduzir os gastos do País em tratamentos e reabilitação.

Press Release
Segurança Rodoviária Infantil

Novo Estudo realça Contradição Fatal: Lei não exige a melhor protecção para crianças com menos de 4 anos
26/06/2008
     

As crianças devem viajar voltadas para trás até aos 4 anos, para terem uma melhor protecção em caso de acidente. Há muito que tal é defendido pela comunidade técnica internacional, mas essa evidência foi mais uma vez confirmada num estudo publicado esta semana pela ANEC  – Associação Europeia de Consumidores – no qual a APSI participou enquanto conselheira. A conclusão teve como base o estudo de acidentes reais ocorridos no Reino Unido, Suécia e Estados Unidos.

Em Portugal, as crianças continuam a viajar viradas de frente precocemente. Estudos feitos pela APSI em 2001 e 2007 , indicam que actualmente menos de metade das crianças que utiliza cadeirinha até aos 18 meses viaja voltada para trás (49%).

Saiba mais aqui!
Press Release

APSI alerta mais uma vez para o perigo das varandas com armadilhas- as quedas de crianças continuam! 
Actualização a 05/08/2008             

Caiu mais uma menina de 4 anos de uma varanda, na quinta-feira (31 Julho), em Lagos. Este é o 6º  caso de queda de edificios que a APSI tem conhecimento, só este ano. De realçar, que três destes acidentes registaram-se no Algarve.  

Recorde-se que em Junho, caiu um bebé de uma ano de uma varanda em Armação de Pera, também no Algarve. A má concepção da guarda esteve na origem do acidente. As aberturas excessivas permitiram que a criança passasse através da grade, sem qualquer resistência e sem ter sequer que trepar. (ver fotos)

Em 2007, a APSI contabilizou 13 casos de quedas de edifícios, a maioria em varandas de habitações (fonte: registo dos recortes de imprensa de 2007, APSI).

                                                                                             Foto: Miguel Veterano / DN - 2008
                                                                                 
SaibaMais:                                                                                      
- A sua varanda é segura?
-
"Segurança das Crianças nos Ambientes Construídos".
-
O Trabalho da APSI para a Segurança das Varandas

Outros artigos:
- "Não basta saber preparar a massa", boletim APSI Nº2, 1994, Kaj Edanius.
- Conclusões do Congresso "Crescer em Segurança no Virar do Século", boletim APSI Mês a Mês Nº12, Janeiro/Março de 2000 (Pág.3).
- Protecção de Varandas sem autorização de outros condóminos, boletim APSI Mês a Mês Nº12, Janeiro/Março de 2000 (Pág.8).
-
Em Queda Livre, boletim APSI Mês a Mês Nº12, Janeiro/Março de 2000 (Pág.8-9).

Horário de atendimento da APSI:
Dias úteis das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 17h30..Tel: 21 88 44 100

Relembramos que o atendimento aos Sócios é prioritário!

 
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