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  Destaques
  12 de Junho
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20 anos de segurança infantil em Portugal
Lançamento do Relatório de Avaliação da Segurança Infantil 2012
12 de Junho, Lisboa
10/06/2012


Há 20 anos a olhar pela segurança das crianças e adolescentes em Portugal, a APSI organiza, no próximo dia 12 de Junho, uma conferência, na qual vai ser lançado e apresentado o Perfil e Relatório de Avaliação de Segurança Infantil em Portugal. 

Este relatório, que é o último de uma série de três (2007, 2009, 2012), dá o retrato do País em termos dos acidentes com crianças e adolescentes e avalia o desempenho de Portugal relativamente ao nível de segurança que confere à sua população mais jovem e vulnerável. Vai ser lançado em simultàneo com o Relatório de Avaliação de Segurança Infantil Europeu, pela European Child Safety Alliance, no Parlamento Europeu.   

Neste dia serão também apresentados Ana Galvão e Nuno Markl como padrinhos da APSI e lançada a nova imagem da associação.

A conferência realiza-se no Auditório da Fundação Montepio, Rua do Ouro, 219 (Rua Áurea), Lisboa, a partir das 14h00.

Programa
Comunicado de Imprensa
Perfil e Relatório de Avaliaçõ de Portugal - informação prévia

Reuniões Informativas
Profissionais mais informados, Crianças mais seguras
para profissionais de saúde - não perca as últimas reuniões em Junho e Julho!
14/04/2012 - actualizada 10/06/2012

A APSI vai organizar, nos próximos meses, reuniões informativas dedicadas ao tema do transporte seguro de crianças no automóvel (desde a gravidez até aos 12 anos), para profissionais de saúde.

Estas reuniões têm como objetivo promover o debate de questões relacionadas com  a escolha e utilização adequada de sistemas de retenção para crianças e a partilha das mais recentes novidades e boas práticas na área do transporte das crianças. A Direção Geral de Saúde apoia a iniciativa.

Se é enfermeiro/a de saúde materno-infantil, obstetra, pediatra, médico/a de família e de saúde pública ou interno destas especialidades, não perca esta oportunidade. A APSI vai estar em todos os distritos, em Maio, Junho e Julho. Saiba onde e quando aqui e escolha o local mais perto de si.

Inscreva-se já e assegure a sua participação. Os lugares são limitados.

Nade por uma boa causa
Ajude a APSI a prevenir os afogamentos com crianças e jovens
27 de Maio, Lagos
17/05/2012

Numa iniciativa inédita no âmbito da Campanha de Segurança na Água, que a APSI promove anualmente desde 2003, o Essential Fitness & SPA, Boavista Golf Resort, em Lagos, vai realizar no próximo dia 27 de Maio, um evento de angariação de fundos.

Todas as famílias são convidadas a participar e a nadar por uma boa causa. Os fundos angariados revertem inteiramente para o reforço da Campanha de Segurança na Água 2012, na região do Algarve. 

Traga toda a família e passe um dia divertido a nadar.

Quanto mais pessoas participarem e quanto mais tempo nadarem, mais dinheiro reverte para esta Campanha.

Não falte. Ajude a APSI a prevenir os afogamentos. 

Mais informações e inscrições:

282 790930 / 91 7953914
health.club@boavistagolf.com

ALTA SEGURA no Algarve 
APRESENTAÇÃO PÚBLICA - 17 de Abril
13/04/2012

Há muitos anos que a APSI persegue o objetivo de implementar o Alta Segura a nível nacional em todos os hospitais com maternidade.


Fruto deste esforço, e do apoio do Fórum Algarve, isto já é possível a sul do País. Desde Setembro de 2011, que a APSI colabora com os três hospitais com maternidade da região Algarvia, com o objetivo de pôr em funcionamento, em cada uma destas unidades de saúde, o Alta Segura.

Hoje, todas as crianças que nascem no Algarve recebem um aconselhamento especializado sobre a escolha da cadeirinha mais adequada e uma verificação da instalação da mesma no carro, no momento da alta. A APSI formou todos os profissionais envolvidos nas equipas responsáveis pela implementação do Alta Segura e dotou todos os hospitais, graças ao apoio de diferentes parceiros para além do Fórum Algarve, com os recursos materiais necessários para o funcionamento deste serviço.

A apresentação pública desta iniciativa decorrerá no próximo dia 17 de Abril, no Algarve. Será feita uma visita aos três hospitais e uma demonstração do funcionamento do Alta Segura.  Saiba mais.
 

Cidades Amigas das Crianças
O direito a ruas seguras e a locais para brincar
12/04/2012

A APSI participou no programa da RTP2, Sociedade Civil, dedicado ao tema "Cidades amigas das crianças”. O tema teve como mote o relatório da UNICEF publicado recentemente, que avalia a situação das crianças no mundo urbano

Este relatório revela que, para além das situações de pobreza, há crianças que não brincam nas ruas, não usufruem dos parques infantis nem dos espaços urbanos porque as cidades estão construídas para automóveis e espaços edificados. Veja o programa aqui.

Primeira Imagem associa-se à APSI!
02/03/2012
A APSI não está sozinha na prevenção dos acidentes com crianças, e tem um novo parceiro: a primeira imagem, um directório onde as famílias podem encontrar informação de todas as ofertas educativas dos 0 aos 6 anos, para que a tarefa de escolher uma creche ou jardim de infância seja mais fácil.

A Primeira Imagem reconheceu o trabalho realizado pela APSI na promoção da segurança infantil e associou à APSI nesta missão, colaborando como mais um canal de comunicação e transmissão de informações úteis para as famílias!
MORTO POR BALIZA NUMA BRINCADEIRA
30/01/2012
O que mais se temia aconteceu! A criança de 12 anos que, na passada semana, numa brincadeira com os amigos sofreu ferimentos graves resultantes da queda de uma baliza sobre o seu corpo, morreu. Há já alguns anos que não se conhecia um acidente tão grave envolvendo balizas. 
 
É chocante a forma como tudo acontece/u! Exactamente do mesmo modo que tantos outros acidentes com balizas que vitimaram crianças no passado.

Mas é ainda mais chocante a forma como os responsáveis pelo espaço encaram a situação, escudando-se atrás do facto da baliza estar presa (resta saber como!) e de ter sido a criança a arrastar a baliza para um outro local do campo - um comportamento normal e muito previsível.

A  legislação que aprova o regulamento das condições técnicas e de segurança a observar na concepção, instalação e manutenção das balizas, entre outros equipamentos desportivos (DL 100/2003, de 23 de Maio), é muito clara: compete à entidade responsável assegurar que os equipamentos desportivos estão mantidos, durante todo o tempo de utilização, em condições que excluam a possibilidade de queda, quando utilizados em condições razoalvelmente previsíveis.
 
Leia o artigo completo aqui.

APSI ganha Prémio Europeu de Segurança Rodoviária
7-11-2011
A Associação para a Promoção da Segurança Infantil ganhou um dos três prémios europeus de Segurança Rodoviária da Fondation Norauto, no valor de 5000 euros. A cerimónia de entrega de prémios, referente ao 10º aniversário do Prémio Europeu de Segurança Rodoviária (PESR), decorreu no passado dia 3 de Novembro, em Paris.

Foram 11 as entidades selecionadas para a votação final pelo júri do prémio, sendo que este ano as candidaturas estiveram abertas apenas para as associações já contempladas com um PESR, entre 2002 e 2010, como é o caso da APSI, cujo trabalho foi reconhecido pela Fundação Norauto, 3 vezes.

A APSI foi uma das entidades premiadas em 2011 pela sua actividade consistente e muito relevante ao longo dos anos, em prol da segurança rodoviária. O trabalho desenvolvido pela APSI desde 1992, baseado em estudos periódicos sobre o transporte de crianças em automóvel, foi considerado um trabalho de rigor, com objectivos concretos que se traduziram numa diminuição acentuada das taxas de mortalidade e morbilidade infantil.

O Júri do PESR também realçou a intervenção progressiva da APSI junto de diversos públicos alvo como as famílias, as crianças e os adolescentes, os profissionais de educação e de saúde, os agentes de autoridade (GNR, PSP e Polícia Municipal) e, mais recentemente, os vendedores de artigos de puericultura e de sistemas de retenção para crianças.

“Para além do reconhecimento europeu que este prémio implica, o valor pecuniário atribuído é muito importante para a sobrevivência da APSI, que não dispõe de quaisquer subsídios estatais, ou outros, que cubram as suas despesas correntes de funcionamento, referiu Helena Sacadura Botte, secretária-geral da APSI, que representou a associação na cerimónia oficial de entrega dos prémios.

A par da APSI foram contempladas uma associação espanhola – Stop Accidentes (www.stopaccidentes.org) e outra francesa – Féderation des Associations Génerales Étudiantes (www.fage.org).

 
Saiba mais >

www.prixeuropeendelasecuriteroutiere.com

 

Porque transportar as crianças de costas no automóvel
02/08/2011
 
As crianças devem viajar no automóvel voltadas para trás até aos 3 ou 4 anos, por ser esta a protecção mais eficaz em caso de acidente.

Estudos de acidentes reais e ensaios experimentais demonstram que a protecção conferida pelas cadeirinhas viradas para trás é mais elevada que a das cadeirinhas viradas para a frente, em todos os tipos de embate (frontal, traseiro e lateral).

J
á existem em Portugal modelos de cadeiras que permitem o transporte de costas para o trânsito até aos 3 ou 4 anos.

Saiba mais aqui
Todos os anos, pelo menos 54 crianças são vítimas de afogamento
21/06/2011
A APSI, Associação para a Promoção da Segurança Infantil, revela hoje, em conferência de imprensa, os dados sobre afogamentos de crianças e jovens em 2010 e faz um balanço retrospectivo dos últimos 9 anos.
 
No dia em que oficialmente começa o Verão, a APSI, com o apoio do Alto Comissariado da Saúde e da Fundação Luís Figo, lança também a Campanha de Segurança na Água "A Morte por Afogamento é Rápida e Silenciosa", pelo 9.º ano consecutivo.
 
Nos últimos 9 anos, estima-se que mais de 180 crianças e adolescentes até aos 18 anos morreram por afogamento. Por cada criança que morre, uma a duas crianças são internadas. Pelo menos 54 crianças são vítimas de afogamento anualmente (média/ano de 2002 a 2008, mortes e internamentos).

Hoje sabe-se que mais de 80% dos casos de afogamento podem ser prevenidos e que nenhuma estratégia de prevenção de afogamentos é por si só suficiente para evitar este tipo de acidente e minimizar as suas consequências. 
 
Apesar da APSI considerar que existem sinais positivos que reflectem o “despertar” para a gravidade e urgência desta problemática, continuam a existir lacunas em Portugal em termos da prevenção dos afogamentos nas crianças, e o País tem que continuar a trabalhar a diversos níveis para alterar o panorama dos afogamentos e reduzir o seu impacto na vida das crianças e famílias que residem ou visitam Portugal.


Relatório Global

Resumo e Principais Conclusões                                                      Apoio:

Campanha de Segurança na Água

QUEDAS MATAM MAIS DE 100 CRIANÇAS
04/05/2011
Em 10 anos, registaram-se 104 mortes em crianças e jovens devido a quedas. A APSI divulga um estudo sobre quedas acidentais, que engloba a análise de dados recolhidos entre 2000 e 2009 por vários organismos. Este trabalho resultou de uma parceria entre a APSI e a Century 21, no seguimento da estratégia internacional e forte tradição de responsabilidade social desta empresa.

De acordo com a análise realizada pela APSI, para além das 104 crianças que morreram, aproximadamente 40.000 foram internadas na sequência de uma queda. Isto significa que, em média cerca de 9 crianças e jovens, sofrem diariamente uma queda com consequências graves.

A maior parte das crianças e jovens que morreram e foram internadas na sequência de uma queda são do sexo masculino, sendo que, o maior número de mortes verifica-se entre os 15 e os 19 anos (24 casos) e o 1 e os 4 anos (19 casos). Os internamentos, por seu turno, ocorrem mais nas crianças mais pequenas, nas faixas etárias dos 0 aos 4 e dos 5 aos 9 anos. 

 
                                          Em Parceria com:
 
APSI assina Carta Compromisso para a Década de Acção para a Segurança no Trânsito
11/05/2011
A APSI, enquanto organização que integra a Estrada Viva – Liga Contra o Trauma, vai conjuntamente com outras entidades subscrever a Carta Compromisso das Organizações Portuguesas para a Década de Acção para a Segurança no Trânsito.
O período de 2011 a 2020 foi proclamado pela ONU como a Década de Acção para a Segurança no Trânsito, em resultado da declaração de situação de pandemia mundial da sinistralidade rodoviária por parte da Organização Mundial de Saúde, que passará em breve de 9ª para 5ª principal causa de morte da humanidade.

A cerimónia de lançamento desta iniciativa em Portugal realiza-se hoje, pelas 11 horas, na Escola Nacional de Saúde Pública.
 
Os acidentes rodoviários com crianças e jovens até aos 17 anos, e apesar da redução verificada nos últimos anos nestas faixas etárias, continuam a ser a maior causa de morte na infância e adolescência (OMS, 2008), tendo provocado a morte a quase 1000 crianças, nos últimos 12 anos em Portugal. Por cada criança que morre, cerca de 130 ficam feridas (análise APSI, a partir dados ANSR 2007-2009). Todos os dias, no nosso País, 14 crianças são vítimas de acidentes rodoviários: 8 passageiras, 4 peões e 2 condutoras.
 

AS MORTES DE CRIANÇAS POR ACIDENTES
RODOVIÁRIOS DIMINUIRAM EM MAIS DE 70%
NOS ÚLTIMOS 12 ANOS
Dia Europeu da Segurança Rodoviária
13 de Outubro 2010, 10h00, Palácio da Cruz Vermelha

Nos últimos 12 anos, as mortes com crianças por acidente rodoviário diminuíram 73%. Mesmo assim, morreram quase mil crianças nas estradas portuguesas, entre 1998 e 2009. A APSI acaba de lançar o resultado de três estudos e apresenta os últimos dados sobre a mortalidade e morbilidade infantil nas estradas portuguesas.

No triénio 2007-2009, morreram em média, por ano, pelo menos 38 crianças até aos 17 anos, 359 sofreram ferimentos graves e 4630 ferimentos ligeiros.

Isto significa que, todos os dias em Portugal, em média, 14 crianças são vítimas de um acidente rodoviário: 8 enquanto passageiras, 4 peões e 2 condutoras.


Resumo dos Dados - NOVO
Comunicado de Imprensa
Programa

Os andarilhos não são seguros e não ajudam a andar
Aliança Europeia de Segurança Infantil e ANEC divulgam Declaração de Posição Comum sobre o risco dos andarilhos
18/10/2010

A Aliança Europeia de Segurança Infantil e a ANEC, Voz do Consumidor Europeu recomendam que os pais, avós e educadores utilizem alternativas mais seguras que os andarilhos e aconselham os profissionais de saúde a não promover o uso deste tipo de artigo para crianças.

Estes dois organismos europeus divulgaram esta segunda-feira (18/10/2010) uma declaração de posição comum sobre o risco de lesões para crianças causado por andarilhos. Como parceira da Aliança e da ANEC, a APSI é também signatária desta declaração.

Em muitos países europeus, como a Suécia, Grécia e Portugal, os andarilhos provocam mais lesões do que qualquer outro artigo de puericultura, causando um número inaceitavelmente elevado de acidentes graves, como quedas, queimaduras e intoxicações.

Infelizmente, a maioria dos pais ainda acredita que o andarilho ajuda a criança a andar mais depressa e que é um lugar seguro para a deixar entretida, enquanto realizam outras tarefas. Mas ambas as noções não correspondem à realidade. Os andarilhos podem dificultar a aprendizagem do andar e aumentam o risco de lesões por acidente. A maioria dessas lesões são causadas por quedas, principalmente em escadas, e queimaduras, na maioria das vezes, no rosto e no peito, que podem deixar cicatrizes para toda a vida.

Sendo que os andarilhos não são um artigo de puericultura essencial e que o seu uso pode levar a acidentes com lesões graves, os parceiros europeus da ECSA e ANEC decidiram tomar uma posição comum e promover a não utilização dos andarilhos.

Declaração de posição - Europeu Child Safety Alliance e ANEC

Comunicado de Imprensa Europeu (ESCA e ANEC)
Principais acidentes com andarilhos

MAIS UMA BOA-PRATICA DA APSI RECONHECIDA NA EUROPA Centro de Informação Itinerante da APSI acaba de entrar para o Guia de Boas Práticas da Aliança Europeia de Segurança Infantil
24/09/2010      

A campanha “Centro de Informação Itinerante”, que a APSI realizou em 2007 nos 18 distritos de Portugal Continental, acabou de ser reconhecida como uma boa prática pela Aliança Europeia de Segurança Infantil (ECSA). A iniciativa integra já o Guia de Boas Práticas deste organismo europeu, sendo um modelo de campanha educacional que pode ser adoptado e replicado por outros países.

O Centro de Informação Itinerante foi uma iniciativa apoiada pelo Ministério da Administração Interna (MAI), que percorreu o País com o objectivo de sensibilizar as comunidades para a correcta utilização dos sistemas de retenção de crianças (cadeirinhas) e caracterizar o transporte das crianças no automóvel, em ambiente urbano. A campanha, pensada e criada com o apoio da agência de comunicação Brandia Central, foi composta por 4 acções: aulas de segurança rodoviária nas escolas para crianças do 1º ciclo; sessões de esclarecimento abertas à comunidade; centros de verificação de cadeirinhas; estudos de observação do transporte de crianças no automóvel.

Este é o segundo reconhecimento da ECSA à APSI. Já em 2007, a Aliança Europeia de Segurança Infantil tinha integrado no seu Guia de Boas Práticas, o projecto “Escola Segura” de Faro. Um programa educacional que envolveu escolas primárias e agentes de autoridade, na promoção da segurança rodoviária para aquela comunidade. O projecto teve como principal objectivo aumentar a taxa de utilização de cadeirinhas em famílias com crianças até aos 9/10 anos.

Child Safety in Cars - Traveling Information Center Portugal

Campanha do Centro de Informação Itinerante “Não deixe que este seja o Último Adeus”

Mais Crianças usam Cadeirinha, mas muitas continuam a ser mal utilizadas (2008)

Safe Road to School in Faro Portugal (2006)

APSI ganha Prémio Europeu de Segurança Rodoviária pela 3ª vez consecutiva (2008)

RECOMENDAÇÕES DA APSI ADOPTADAS PELA DGS
Recém-nascidos e crianças até aos 3/4 anos devem viajar semi-sentados e voltados para trás, recomenda DGS
23/09/2010      

A APSI congratula a Direcção Geral de Saúde (DGS) pela adopção das recomendações da associação sobre o Transporte de Crianças no automóvel, nomeadamente o transporte de crianças voltadas de costas para o sentido do trânsito até aos 3/4 anos.

Entre outras questões, a DGS recomenda que os recém-nascidos transportados de carro viajem semi-sentados desde o primeiro dia e que as crianças até aos 3 ou 4 anos continuem voltadas para trás.

Estas novas orientações técnicas para todos os serviços de saúde, publicadas pela DGS, procedem à actualização do capítulo das “Regras para o Transporte de Crianças em Automóvel desde a alta da Maternidade”, inclusas no Programa‐tipo de Actuação em Saúde Infantil e Juvenil, em consonância com a legislação vigente e com os contributos da APSI.

A utilização incorrecta e/ou desadequada dos sistemas de retenção (cadeirinhas) para crianças no automóvel está relacionada, em grande medida, com a falta de informação fidedigna, consistente e clara dirigida às famílias. Os profissionais da saúde, têm uma responsabilidade acrescida nesta área, considerando a sua relação próxima e continuada, com a família nos primeiros anos de vida da criança e são interlocutores de “peso” junto destas, com capacidade para influenciar as suas escolhas e decisões. As orientações técnicas agora publicadas pela DGS são decisivas para a melhoria das condições em que as crianças, em Portugal, são transportadas no automóvel. A educação para a segurança, feita no âmbito das consultas de saúde infantil, é fulcral e pode fazer toda a diferença na vida da criança e da família.

A Importância da criança viajar voltada de costas até aos 3/4 anos

Hospital do Funchal obriga pais dos recém-nascidos a usarem cadeirinhas, depois da formação da APSI aos seus profissionais de saúde – Notícia DN (2008)

Parques Infantis encerrados
Nova Lei já começou a prejudicar as Crianças!
06-11-2009  Subscreva já esta carta enquanto instituição ou a título pessoal

O encerramento dos 80 parques infantis do Município de Oeiras vem confirmar os receios que estiveram na origem do pedido da APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, de suspensão e revisão da nova lei dos EJR publicada a 19 de Maio.

A decisão sobre o encerramento dos espaços como forma de evitar despesas decorrentes das multas vem prejudicar em primeiro lugar as crianças. A redução das oportunidades para brincar em meio urbano sem fundamento em riscos de acidentes graves para as crianças, pode levar a que procurem espaços menos preparados e mais perigosos, pois brincar é uma necessidade vital.


A regulamentação dos EJR é uma matéria de extrema importância para a qualidade de vida das crianças sobretudo em meio urbano, pelo que requer a atenção e o cuidado que estas merecem.

A APSI já obteve uma primeira resposta à carta, enviada pelo chefe do gabinete do Senhor Primeiro-Ministro, que informa que o assunto foi remetido ao senhor Ministro da Economia e Inovação, a quem foi solicitada a análise da matéria.

Nova Lei já começou a prejudicar as crianças - Comunicado de Imprensa (06 Novembro, 2009)
Porque é que a APSI pede a suspensão da Nova Lei? - Perguntas e Respostas

Carta Aberta ao Primeiro-Ministro

Subscritores da Carta - Já são mais de 100 subscrições
Se concorda com o conteúdo desta carta e quer subscrevê-la, envie um email para apsi@apsi.org.pt com o texto "Subscrevo a carta ao Primeiro-Ministro" e indicando os dados que devem constar na lista (Nome da Instituição/empresa/entidade ou nome de pessoa individual e profissão), bem como o email e telefone. A APSI vai actualizar a lista de subscritores diariamente.

O nível de Segurança Infantil em Portugal aumentou!
06/05/2009                                                                                             

 

 

O Alto Comissariado da Saúde, a Direcção-Geral da Saúde e a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) apresentaram, no dia 6 de Maio de 2009, a Estratégia para a Prevenção dos Acidentes em Portugal.

Foi apresentado o
Perfil e o Relatório de Avaliação da Segurança Infantil em Portugal 2009.


Em 2003, Portugal conseguiu poupar 29 mil anos de vida potencial perdida
O perfil de Portugal, revela que em 2003, as mortes de crianças resultantes de lesões e traumatismos representavam mais de 20.000 anos de vida potencial perdida em mortes prematuras e evitáveis. Relativamente a 2001 (49.000 anos de vida potencial perdidos), Portugal reduziu este número para menos de metade.

Saiba mais aqui



 
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