Voltar à página inicial
Ambiente Rodoviário
Casa
Espaço de Jogo e Recreio
Água
Emergências
Cadeiras voltadas para trás

Em  Fevereiro
Braga
Évora
Faro
Guarda
Leiria
Lisboa
Porto
Setúbal
Vila Real
Viseu
Saiba onde e quando >

Veja aqui o PLANO DE FORMAÇÃO  2010

Conheça aqui as últimas novidades da APSI!

Associe-se à nossa causa! Evitar os acidentes com Crianças é uma missão de todos!

Faça o seu DONATIVO
NIB: 0033 0000 453 367 424 10 05

 

Segurança na Água
 


                                                                                                                        
                                                                                   

Brincar na água em Segurança         Conferência de Imprensa 2009

O afogamento na criança, ou acidente por submersão, é um acontecimento trágico, rápido e silencioso, que pode ocorrer em muito pouca água.

Ocorre em ambientes familiares como a banheira, tanque de roupa ou rega, poço, fossa, piscina, lago de jardim, rio, praia ou mesmo baldes e alguidares.

10 Conselhos Rápidos para Evitar os Afogamentos de Crianças

1. Perto da água, não perca as crianças de vista nem por um segundo.

2. Dificulte o acesso das crianças aos locais com água: vede ou cubra piscinas, lagos, tanques, poços e fossas.

3. Nunca deixe uma criança de 3 ou 4 anos sozinha na banheira durante o banho.

4. Despeje toda a água de baldes, alguidares e banheiras logo após a utilização.

5. Coloque sempre às crianças braçadeiras em águas paradas, transparentes e pouco profundas ou um colete salva-vidas em águas agitadas, turvas ou profundas.

6. Escolha praias e piscinas vigiadas e cumpre a sinalização.

7. Ensine as crianças a nadar, mas mantenha a vigilância.

8. Ensine as crianças a nunca irem nadar sozinhas e não mergulhar de cabeça sem conhecer bem a profundidade da água.

9. Aprenda a fazer reanimação cardio-respiratório, esse gesto pode salvar uma vida. Faça um curso de Primeiros Socorros!

10. Em Férias, redobre a vigilância. O primeiro dia e o final da tarde são os momentos em que acontecem mais afogamentos.

 




Esteja preparado para evitar o acidente. Deixe as crianças brincar na água, em segurança. Leia atentamente as recomendações que se seguem:

Vigie activamente e em permanência as crianças na água

  • Não espere ouvir barulho. Uma criança não esbraceja nem grita quando cai à água: afoga-se em silêncio absoluto.
  • Se houver água por perto, não perca as crianças de vista nem por um segundo;
  • Durante o banho, nunca deixe uma criança com menos de 3 anos sozinha na banheira; não atenda o telefone nem a porta. Despeje a água da banheira imediatamente após a utilização;
  • Esvazie baldes e alguidares, logo após a utilização.
  • O álcool pode interferir com o seu estado de vigília e com a sua capacidade de nadar. Se está a vigiar crianças, mantenha-se sóbrio.
  • Escolha praias e piscinas vigiadas
  • Localize o nadador salvador e informe-se sobre as precauções que deve tomar. Cumpra a sinalização.

Vedações

  • A existência de uma boa vedação diminui para metade o número de acidentes por submersão nas piscinas.
  • Vede a sua piscina, tanque de rega ou o lago do jardim. Cubra adequadamente os poços e as fossas. É importante dificultar o acesso das crianças pequenas à água através de barreiras físicas.
  • Para ser eficaz, a vedação não deve permitir a passagem de uma criança por cima, por baixo ou através dela (recomendações técnicas para vedações de piscinas)
  • Há outras barreiras físicas tais como o abrigo e a cobertura rígida, electrónica ou manual, mas deverá assegurar-se de que estão sempre fechadas quando não está nenhum adulto a utilizar a piscina. As coberturas maleáveis não são indicadas para evitar o afogamento uma vez que facilmente acumulam água, ou poderão permitir que uma criança escorregue por baixo delas;
  • A colocação de um alarme, mesmo com vedação, pode ser um bom auxiliar da vigilância, no caso da criança conseguir transpor as barreiras físicas. Não se esqueça de verificar regularmente o seu bom funcionamento.

Utilize auxiliares de flutuação

  • Os coletes de salvação e as braçadeiras facilitam a flutuação, mas não substituem nunca a vigilância activa do adulto. Estima-se que 85% dos afogamentos em acidentes com barcos poderiam ter sido evitados se a vítima utilizasse colete de salvação.
  • Em águas agitadas, turvas ou profundas, quando andar de barco ou praticar desportos náuticos, coloque sempre à criança um colete de salvação adequado ao seu peso e tamanho. Este colete deve obedecer às normas de segurança europeias e não pode ser insuflável.
  • Coloque sempre braçadeiras bem ajustadas, em águas paradas, transparentes e pouco profundas.
  • As bóias e colchões insufláveis são perigosos e não devem ser usados por crianças. Viram-se facilmente ou podem ser arrastados pelo vento.

Ensine as crianças a nadar

  • As aulas de natação melhoram a competência da criança na água, embora não se deva confiar nas suas capacidades para se salvar antes dos seis ou sete anos. Lembre-se também que saber nadar de fato de banho não é o mesmo que cair à água vestido e com sapatos.

Em Férias

  • Em férias, redobre a vigilância. O primeiro dia de férias e o final da tarde são as alturas em que acontecem mais afogamentos.
  • Informe-se previamente na sua agência de viagens sobre as condições de segurança na água no seu destino de férias.
  • Quando chegar, e antes de desfazer as malas, inspeccione o local onde vai viver nos próximos tempos, verificando o acesso a  piscinas, lagos, tranques, poços, rios ou mar.
  • Localize o telefone que vai utilizar e coloque o número de emergência e a morada de férias em local visível.
     
  • Utilize embarcações aquáticas em segurança
  • Respeite e faça respeitar as zonas de banhistas. Jovens com menos de 16 anos não devem conduzir embarcações pessoais como motos de água ou outras. Lembre-se que o colete de salvação deve ser sempre utilizado.
     

Ensine à criança comportamentos seguros na água:

  • Nunca nadar sozinha;
  • Nadar paralelamente à margem;
  • Nunca mergulhar de cabeça sem saber bem qual a profundidade da água ou se existem rochas ou desníveis no fundo; não mergulhar em pontões;
  • Nunca atrapalhar outras crianças com brincadeiras perigosas (submersão da cabeça, empurrões para a água...).

O sol pode provocar queimaduras graves na pele.

  • Aplique protector solar adequado às crianças antes de sair de casa e renove a aplicação com frequência. Evite a exposição solar entre as 11h e as 16 horas.

A sua atitude pode salvar a vida de uma criança. Prepara-se. Se ocorrer um acidente por submersão e a criança parar de respirar, saiba como agir:

  • Tenha um telefone portátil à mão ou localize previamente o telefone mais próximo;
  • Se possível, alerte o nadador salvador;
  • Chame o 112 e dê indicações precisas sobre o local onde se encontra;
  • Se souber, inicie a reanimação cardio-respiratória e mantenha-a até à chegada da ambulância.
  • Em caso de paragem cardio-respiratória devido a um acidente por submersão, o início imediato da reanimação cardio-respiratória é fundamental. Tire um curso de socorrismo.

A sobrevivência e a qualidade de vida dependem do estado da criança nos primeiros 10 minutos. As sequelas podem ficar para toda a vida e dependem do estado da criança ao chegar ao hospital.

Esteja preparado. Você pode salvar uma vida.

 

Consulte aqui o folheto

 

Conferência de Imprensa “Prevenir os Afogamentos de Crianças 2009”
28 de Maio, pelas 10h00, no Tivoli Marina Hotel, Vilamoura, Algarve


150 CRIANÇAS MORRERAM AFOGADAS DESDE 2002

O afogamento continua a ser a 2ª causa de morte acidental nas crianças, ultrapassada apenas pelas mortes em acidentes rodoviários. Em Portugal, nos últimos 7 anos, estima-se que cerca de 150 crianças e adolescentes até aos 18 anos morreram por afogamento. O número de mortes por ano tem-se mantido relativamente estável desde 2005, altura em se verificou um decréscimo acentuado no número de casos fatais (a média de mortes/ano entre 2002 e 2004 foi de 27, enquanto que a média estimada entre 2005 e 2008 é de 17).


 Relatório de Afogamentos 2007-2008 NOVO!

 Conferência de Imprensa "Prevenir os Afogamentos de Crianças 2009"

 Recomendações para a escolha de uma vedação eficaz

 Recomendações para a escolha de Braçadeiras e Coletes Salva-vidas

A APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, em parceria com a Administração Regional de Saúde do Algarve, apresentou no dia 28 de Maio, pelas 10h00m no Tivoli Marina Hotel, em Vilamoura, Algarve, o Relatório de Afogamentos 2007-2008. No início da época balnear de 2009, a APSI vai ainda apresentar os casos ocorridos no Hospital de Faro e debater o papel das autarquias e da saúde na prevenção dos afogamentos.

A conferência de imprensa marca o arranque em 2009 da Campanha de Segurança na Água da APSI, “A Morte por Afogamento é Rápida e Silenciosa”. Desde o seu lançamento, em 2003, a APSI tem procurado não só sensibilizar e informar a opinião pública sobre os riscos e medidas de prevenção mais eficazes e necessárias, mas também alertar o poder político central e local para a urgência de actuar através do esclarecimento das populações e formação dos profissionais, do levantamento da realidade portuguesa a nível nacional e local e da necessidade de enquadramento legislativo e fiscalização.

 

 Relatório afogamentos 2005-2006

 Documentos sobre afogamento e Campanha de Segurança na Água 2005

 

 

 

 
 
Plug-in do Flash | APSI © Todos os direitos reservados, Lda. | Home | Contactos | Produzido por Sitebysite